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quinta-feira, 14 de abril de 2016

Tour pela França - Chamonix-Mont-Blanc

Chamonix e Rio Arve
Chamonix é um paraíso, tanto para os que amam esportes radicais quanto para os que amam as montanhas, a neve e o ar de conto de fadas que só as cidades mágicas têm. Visitar Chamonix é como viver um sonho, é uma daquelas experiências de vida que surgirão na nossa imaginação sempre que pensarmos em algo bom. Chamonix é o “lado francês” dos Alpes. É bem verdade que a mais famosa Estação de Esqui francesa, está a apenas uns poucos quilômetros da fronteira com a Suíça. Contudo, mesmo assim, há quem considere o pico Mont Blanc, principal chamariz da região, um cenário único entre as estações de esqui europeias. Chamonix é uma pequena cidade francesa encravada entre as montanhas dos Alpes, quase entre as fronteiras da Suíça, Itália e França, no Dèpartement Haute-Savoie, na região de Auvergne-Rhône-Alpes. Chamonix está localizada no coração dos Alpes Franceses. Está a 88 quilômetros de Genebra na Suíça, a 220 quilômetros de Lyon na França e 171 quilômetros de Turim na Itália. Atrai todos os anos milhares de turistas, pela beleza singular da região, pela comida e pelos esportes de inverno. A cidade de Chamonix tem cerca de 13 mil habitantes, mas chega a receber entre 100 e 150 mil turistas nos picos de estação de inverno e verão.

Chamonix e Rio Arve
Atualmente é a capital mundial dos montanhistas e trekkers, amantes do esqui alpino e das montanhas. O próprio termo alpinismo surgiu aqui nos Alpes, e alguns dos maiores esquiadores e alpinistas mundiais nasceram ali ou praticam anualmente na região. Chamonix estende-se por uma superfície pouco maior que 24 hectares e desenvolveu-se por 17 quilômetros no Vale do mesmo nome (o chamado Alto Vale do Arve ou Vale de Chamonix) antes de ocupar mais genericamente o Vale do Arve (com 102 quilômetros), e cujo rio vem desaguar a sul de Genebra, na Suíça. Chamonix é a quarta comuna francesa mais vasta da França Metropolitana. Encontra-se rodeada pelo Maciço das Agulhas Vermelhas e pelo Maciço do Mont Blanc, respectivamente a 2.965 metros e 4.810 metros devido à presença do cume do Mont Blanc. Chamonix tem com Saint-Gervais-les-Bains o recorde da comuna com a maior altitude da França e da Europa Ocidental. Porém este recorde tem que dividir com a Itália e nomeadamente Courmayeur no Vale de Aosta que também reivindica esse recorde para um pico que culmina a 4.810 metros, ambos dizendo que a fronteira fica no seu território, e ainda hoje a disputa não está resolvida. Ponto de partida para inúmeros percursos de alpinismo de verão e de esqui de inverno, Chamonix e o Mont Blanc são o terceiro sítio mais visitado no mundo o que a torna uma Estação de Esqui e ao mesmo tempo uma cidade altamente cosmopolita e sempre muito cheia de vida em qualquer época do ano.

Chamonix e Mont Blanc
Chamonix entra na história quando o Conde Aymon I de Genebra faz doação do Vale de Chamonix à Abadia de Saint-Michel, do Piemonte, Itália. Território do Ducado de Saboia que por isso faz parte da Casa de Saboia que nessa altura estavam integrados no Reino da Sardenha. Mais tarde, no tempo da Revolução Francesa e do Império de Napoleão, torna-se um território francês. Em março de 1860 pelo Tratado de Turim, o Ducado de Saboia é cedido à França, e em abril desse ano Chamonix torna-se definitivamente território francês e toma o nome de Chamonix-Mont-Blanc, sendo a extensão "Mont-Blanc" o resultado de um acordo com a comuna francesa de Saint-Gervais-les-Bains. Chamonix começou a ficar conhecida depois de uma expedição inglesa que, em 1741, passou pela região. Eles desbravaram as montanhas, até então tidas como amaldiçoadas, e se encantaram com a beleza do local. Bem mais tarde, em 1924, aconteceu a primeira Olimpíada de Inverno do mundo na cidade. Desde então o fluxo de turismo é bastante grande. 

Ruas de Chamonix
A altitude do Vale onde está Chamonix é de 1.042 metros, o que faz com que os turistas não tenham problemas com ar rarefeito e suas consequências; e a cidade – que recebe visitantes nas quatro estações do ano – oferece uma quantidade e variedade de atrações que, sem dúvida, permitiria a qualquer turista ficar por lá por muitas semanas, tendo novas surpresas a cada dia. A cidade tem hotéis de todos os tipos e níveis, comércio de muitas lojas e boutiques – incluindo as grifes mais famosas do mundo, restaurantes para todos os bolsos, com comidinhas para mochileiros até ceias para gourmets cinco estrelas; passeios e trekkings às geleiras; o túnel do Mont Blanc; e as pistas das cinco áreas que compõe o complexo, que são: Le Brevent, Le Flégère, Grands Montets, Les Houches e Le Tour/Balme.

Associação dos Montanhistas de Chamonix
O clima mais temperado de Chamonix, sobretudo no outono, faz com que a região ofereça um roteiro pouco usual para regiões nevadas. A cidade é tão movimentada que, apesar do inverno ser uma estação onde o turismo é bastante forte, a altíssima temporada é mesmo no verão, quando acontecem festivais de músicas e os esportes de neve dão lugar ao alpinismo e às longas caminhadas pelas montanhas que, nesta época, estão verdinhas. A caminhada em trilhas permite o acesso a paisagens vertiginosas no topo dos Alpes, nas quais a neve e as rochas se misturam em paisagens únicas. Chamonix recebe basicamente dois tipos de turistas: aqueles que buscam pontos para o esqui e esporte de neve; e todos os demais visitantes, pouco interessados na prática desses esportes. Esquiadores, assim como praticantes de outros esportes radicais, estão sempre em busca de novos desafios e cenários diferentes para suas aventuras. Chamonix é respeitada estação para o esqui, com rotas mais fáceis e também de alto grau de dificuldade. Um prato cheio para qualquer nível de esquiador. Há grande diversidade de rotas esquiáveis, algumas mais simples, nas quais proliferam visitantes inexperientes e alunos, muitos deles crianças, buscando aulas de esqui com os pacientes instrutores locais.

Chalé em Chamonix
Resumindo um pouco, é assim: Planards, La Vormaine e as pistas de La Savoy (que ficam praticamente dentro da cidade) são ideais para iniciantes e crianças. Apesar de não ser um dos “Top 5” destinos entre as estações mundiais de esqui, Chamonix possui a maior escola de esqui do mundo, a École de Ski Française (ESF). As aulas são ministradas não apenas para esqui, mas também para snowboard e outros esportes relacionados. Les Houches e Brévent/Flégeres são excelentes para os intermediários, com muitas pistas azuis, algumas vermelhas e poucas pretas. Les Grands Montets é o destino dos “faixas-pretas”. A área mais conhecida e utilizada pelos turistas para esqui e snowboard é Le Brevent, que está sobre o centro de Chamonix. No topo, Le Brevent se liga a Le Flégère através de um teleférico, aumentando a área esquiável – que é enorme. Além disso, há a área do Vallée Blanche – e sua famosa esquiada de 20 quilômetros através dos glaciares, programa para cascas-grossas! Como também são programas para os muito-experts os points próximos Aiguilles de Grands Charmoz, Aiguille Du Midi e Aiguille Du Goûter e seus “off-track” alucinantes, muito conhecidos nos tantos filmes de esqui e snowboard radical.

Le Musée Alpin
Esquiar em Chamonix significa esquiar aos pés do Mont Blanc, o que por si só já é algo de tirar o fôlego. Além disso, Chamonix tem fama de ter mantido o espírito roots, de aventura na montanha. Não é um resort grã-fino, como Courchevel, mas sim um destino para quem quer estar na montanha, na natureza, seja sobre esquis, raquetes ou a pé. Algumas pessoas dizem que as melhores vistas do Mont Blanc são do topo do teleférico que leva a Le Brevent, mas o teleférico para Aiguille Du Midi que sai do centro de Chamonix é sem dúvida um dos mais incríveis e radicais do mundo. É uma viagem de duas etapas. A primeira traz os visitantes para o Plan de l’Aiguille (2.300 metros). A segunda fase atravessa a Geleira Les Pelerins antes de subir quase que verticalmente a face norte da Aiguille Du Midi, uma das mais altas agulhas de Chamonix, que há mais de 50 anos é uma das maiores atrações internacionais. A partir da Estação superior (a 3.842 metros) a visão dos Alpes é indescritível. 

Hotel que meu sobrinho hospedou 
com seus colegas da Pós-Graduação 
no dia que chegaram em Chamonix
A Estação do topo da Aiguille Du Midi tem vários terraços onde os visitantes podem admirar as vistas espetaculares dos Alpes suíços, franceses e italianos. O observatório que foi construído tem uma estrutura bastante boa e uma parte interna permite observar a paisagem de forma protegida e conhecer mais sobre a história, geografia e os equipamentos usados para explorar a região. Também na parte interna, é possível ir ao cubo de vidro, em que o visitante fica suspenso sobre as montanhas em cima de um chão transparente. Já a parte externa é supergelada, mas faz a gente se sentir no meio de um filme de aventura. Vale a pena experimentar! Em um dia claro é possível ver o Matterhorn e o Monte Rosa. Um elevador dentro da rocha ergue-se para os 42 metros finais, ao terraço superior a 3.842 metros. Este é o mais próximo que você pode chegar ao Mont Blanc sem subir escalando.

O mesmo hotel no dia seguinte
A Vila de Chamonix é pequena, mas super completa e charmosa. A cidade fica aos pés do Mont Blanc, ponto mais alto dos Alpes e da Europa Ocidental, com 4.808 metros (o ano de 1786, data em que seu pico foi conquistado pela primeira vez, é considerado o marco zero das empreitadas alpinas). E muitos visitantes não estão nem aí para o esqui: vão até lá simplesmente para caminhar um pouco e admirar as paisagens: a região é famosa pelos enormes glaciares, com gigantescas “línguas” de gelo que descem até o fundo dos vales. Um dos programas favoritos dos turistas é dar uma volta nas lojinhas do centro e sair para jantar em um de seus bons restaurantes – os quiosques de crepes doces são outra grande tentação.

Mont Blanc
Mas não é apenas de esquiadores que é feita Chamonix. O lugar atrai milhares de turistas em busca de experiências completamente diferentes, que vão do turismo de aventura até viagens românticas a dois, passando por belas temporadas de viagem em família. Chamonix é uma cidade muito frequentada por jovens e famílias. A rede hoteleira é bem diversificada e possui também bons restaurantes. O fascinante da cidade é a sua posição entre as montanhas, e de qualquer lugar, até mesmo da janela de seu hotel é possível admirar paisagens incríveis. Restaurantes excelentes operam tanto na base das montanhas quanto na região mais alta. Servida pelos teleféricos, oferecem uma ótima opção gastronômica para casais e visitantes mais tranquilos, acompanhada de uma vista estonteante.

Mont Blanc

Chamonix
Passeie pela Vila sem pressa, admirando os detalhes únicos de Chamonix. Vai ver que cada rua será diferente da outra e que Chamonix é incrível! Chamonix não é muito grande e dá para andar a pé. O sistema de ônibus urbanos é excelente, caso você prefira ou precise se locomover por transporte público. O centro da cidade é uma gracinha, com prédios bem típicos “Alpinos” e muitas construções históricas, já que Chamonix foi uma das primeiras cidades “fundadas” nos Alpes Franceses, servindo de base para o Mont Blanc. No centro da cidade encontra-se a Estátua de Horace-Bénédict de Saussure em companhia do guia de montanha Jacques Balmant que lhe aponta o cume do Mont Blanc onde o naturalista e geólogo suíço pretende ir fazer experiências e pelas ascensões que efetuou é considerado por muitos como o fundador do alpinismo.

Caminhada pelo Vale de Chamonix
Caminhar pelos vales que cercam Chamonix também é possível, mas não é um programa para amadores nem deve ser feito sozinho. Antes de tudo é importante certificar-se que o tempo permanecerá bom, caso contrário o passeio pode virar um pesadelo. Guias experientes podem ser contratados para conduzir turistas ao longo de trilhas razoavelmente seguras. E claro, é indispensável ter um bom preparo físico antes de aventurar-se pelas montanhas cobertas de neve. Nas tempestades de neve ou ventanias fortes, o teleférico que leva as pessoas até o ponto de partida para estes roteiros nem costuma funcionar. Este é um esporte belíssimo e com visuais incríveis, mas sem dúvida não é coisa para amadores. 

O Charme de Chamonix
Outro bom passeio nos arredores de Chamonix é visitar o Mer de Glace (Mar de Gelo), é o maior glaciar da França, com sete quilômetros de comprimento e 200 metros de profundidade, formado pela confluência de três geleiras: Leschaux Glacier, Géant Glacier e Talèfre Glacier. O acesso até lá é feito por um trenzinho, o Train du Montenvers, que nos leva até o Grotte de Glace, início do Mar de Gelo. Não deixe também de fazer outro bom programa turístico de Chamonix, pegando a gôndola suspensa, que passa por cima das montanhas e cruza a fronteira entre França e Itália. Este trajeto tem cinco quilômetros de extensão, o tempo todo por cima destes picos cobertos de neve, desfiladeiros e gargantas, e vai até o local conhecido como Pointe Helbroner. Não se esqueça de levar óculos escuros. A claridade é muito forte e incomoda a vista.

Mont Blanc

Aiguille Du Midi
Se durante o dia os programas acontecem todos nas montanhas e na neve, durante a noite os programas acontecem na cidade mesmo, oferecidos por dezenas de restaurantes agradáveis e ambientes acolhedores. Como a cidade fica muito perto da fronteira com Itália e Suíça, sempre há muita gente destes países passando alguns dias por aqui. Caminhar pelas ruazinhas da cidade no fim da tarde também é um programa imperdível. É importante ressaltar que, por ser uma cidade voltada para a prática de esportes, a maioria dos restaurantes, lojas e supermercados fecham muito cedo, por volta das 20 horas. O ritmo da cidade é outro, dorme-se e acorda-se cedo para aproveitar o dia ao máximo. Como quase todas as cidades francesas, Chamonix tem uma feirinha de Natal bastante simpática. Ela funciona durante o mês de dezembro, em datas que mudam ano a ano. Além das barraquinhas de comidas e produtos típicos, a feirinha também tem decoração típica e um cercadinho com gansos que fazem a festa da criançada.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Tour pela Europa I - Suíça

Centro de Genebra
Nos meses mais frios do ano, a terra dos relógios precisos, das vacas gorduchas, contas bancárias sigilosas e dos canivetes multifunções – lota de turistas ávidos por curtir o frio em meio ao charme dos Alpes, com direito a muito chocolate quente e fondue, no calorzinho das lareiras. Mas é no verão que se tem a oportunidade de vivenciar as quatro estações de uma só vez. Enquanto moradores de Zurique aproveitam os meses mais quentes para se banhar nas águas límpidas do Rio Limmat, nos mais de 200 centros de esqui suíços os picos de neve eterna garantem temperaturas abaixo de zero seja qual for a época do ano. Nessa brincadeira de tá quente, tá frio, a fantástica rede ferroviária exerce papel fundamental. O turista embarca no calor do verão e desembarca, com luvas, cachecol e dentes batendo, em montanhas com temperatura abaixo de zero.

Genebra às margens do Lac Lèman


Genebra às margens do Lac Lèman

Genebra e o Lac Lèman

Grande Thèâtre de Genève
O pequeno país é mesmo tudo o que se imagina dele. Mas acrescente também cidades que transitam entre a tradição e a modernidade, museus e obras futuristas. É um dos lugares mais belos do mundo ou, no mínimo, o que melhor harmonizou o urbano com o natural. Da janela dos trens, que levam confortavelmente para qualquer lugar, surgem vilarejos com casinhas de madeira entre vales verdejantes e campos que parecem de golfe. Na Suíça, tudo funciona, está limpo ou muito organizado. Como uma espécie de utopia realizada de como o mundo inteiro poderia ser. Ali estão as cidades de melhor qualidade de vida do planeta, como Zurique, Berna e Genebra, onde vive um povo de muitas culturas, das quais a alemã é predominante – as outras são a francesa, a italiana, e o romanche.

Grande Thèâtre e o Conservatório de Música de Genève

Centro de Genebra
Tanta perfeição pode ser explicada, em parte, pela ausência de grandes guerras nos últimos 500 anos, o que liberou os suíços da necessidade de reconstruir o país, deixando-os livres para concentrar esforços apenas no aperfeiçoamento do que já existia. A Suíça hoje parece ter resolvido todos seus problemas materiais e assim pode dedicar-se a resolver apenas questões existenciais, como votar pelo casamento gay ou pelo direito a eutanásia.

Rio Rhône

No verão europeu, entre junho e agosto, é a alta temporada. Faz calor e a Suíça está colorida e alegre, com muitos turistas bebendo chope e ouvindo jazz nos bares à margem dos rios de Zurique e Lucerna, assim como do Lago de Lausanne. A partir do final de novembro, a temperatura começa a cair. Há muita neblina e o sol não dá mais as caras. É o início da temporada de esqui. Já falamos o suficiente sobre a Suíça nas postagens do Tour pela Suíça, quem quiser mais informações pode dar uma olhada lá. Na ocasião da viagem dos meninos, minha irmã estava morando em Genebra, depois foi para Lausanne e atualmente voltou para Genebra. Enfim, eles conheceram estas duas cidades, além de Montreux. Falamos sobre elas também, em postagens anteriores. 

Rio Rhône

Lac Lèman
Para conhecer Genebra eles alugaram bicicletas, e pedalaram todos os dias, o dia inteiro. Que fôlego!!! E conheceram os principais pontos turísticos da cidade. O Lac Leman ou Lago de Genebra, como é mais conhecido, é o maior lago de água doce da Europa Ocidental, com uma extensão de 73 quilômetros de comprimento por 14 quilômetros de largura. Ele é compartilhado com o país vizinho, a França, que possui 40% de sua área. Dizem que a beleza do Lago e a discrição suíça já atraíram muitos famosos que acabaram adquirindo propriedades às suas margens como Charles Chaplin, Freddy Mercury e David Bowie. A parte do Lago pertencente a Genebra é conhecida como Petit Lac (pequeno lago). Durante o verão, o Lago é destino certo de moradores e turistas, que aproveitam para velejar, nadar, ou simplesmente relaxar lendo um bom livro.

Jet D'Eau du Lac Lèman
O Jet D’Eau é um dos símbolos de Genebra e sua principal atração turística. A água que jorra do Jet D’Eau atinge uma altura de até 140 metros. À noite, uma iluminação sofisticada faz com que o aspecto de neve (devido à presença de milhões de minúsculas bolhas de ar) contraste com a escuridão da noite, dando uma atmosfera mágica à fonte. Em ocasiões especiais, o Jato recebe iluminação especial e as águas podem refletir diferentes cores. Já em dias ensolarados, é possível apreciar belos arco-íris que se formam em torno do Jato.


Jet D'Eau du Lac Lèman

Horloge Fleurie du Jardin Anglais
O Jardin Anglais é um dos muitos parques da cidade de Genebra e está localizado à beira do Lago. É nele que o turista encontra o Horloge Fleurie (Relógio das Flores) e também uma das vistas mais privilegiadas do Jet D’Eau. É neste parque que acontece as maiores festividades da cidade, como, por exemplo, a Fêtes de Genève, que acontece nos meses de julho e agosto. Dentre tantos relógios famosos espalhados pelas vitrines da cidade, certamente o mais célebre – e fotografado pelos turistas, é o Horloge Fleurie. Criado em 1955, o Relógio feito de flores é conhecido mundialmente e alia perfeitamente duas artes distintas: a botânica e a relojoaria. Com 16 metros de circunferência e cinco metros de diâmetro, o monumento é composto por mais de seis mil flores, cujas cores mudam de acordo com a estação do ano.

Jardin Anglais

Vieille Ville
A Vieille Ville ou a Vila Velha é considerada a maior cidade histórica da Suíça. Além da Cathèdrale “Saint-Pierre”, o Palácio da Justiça e o Muro dos Reformadores, vários outros prédios e monumentos retratam um pouco dos tesouros da história de Genebra. Foi em uma das ruelas do Centro Histórico de Genebra que nasceu, em 1712, Jean-Jacques Rousseau, o filósofo que defendia a teoria de que “o homem é bom por natureza, mas está submetido à influência corruptora da sociedade”. O Espaço Rousseau é um dos museus que podem ser visitados nesta parte da cidade.

Praça de Armas

Vieille Ville

Place Bourg du Four na Vieille Ville

Rio Arve
A cidade de Genebra é banhada por dois rios (Rhône e Arve) que se encontram em um bairro chamado Jonction, localizado a poucos minutos de caminhada do centro da cidade. As águas desses rios têm origens diferentes: o Rio Rhône é formado pelas águas do Lac Leman e o Rio Arve pelo desgelo de vários glaciais do Vale de Chamonix, na França. Ao se encontrarem, os dois rios exibem um contraste de cores impressionante e por alguns metros as águas claras do Rhône não se misturam às águas turvas do Arve. Vale a pena a caminhada. Além destes pontos turísticos eles conheceram também o Palais des Nations, o Museé Ariana, o Promenade des Bastions, o Grand Théâtre de Genève, e como não poderia deixar de ser, o State de Genève

Rio Arve