sábado, 7 de maio de 2016

São Paulo - Holambra

Portal de Holambra
Única Estância Turística da Região de Campinas, Holambra é um dos mais concorridos roteiros turísticos de São Paulo, localizada a 134 quilômetros da capital. Faz limite com as seguintes cidades: Santo Antônio de Posse, Jaguariúna, Cosmópolis, Paulínia, Artur Nogueira e Mogi Mirim. O território de Holambra apresenta um relevo relativamente plano e é banhado pelos Rios Jaguari, Camanducaia e Pirapitingui. Em consequência da devastação causada pela Segunda Guerra Mundial, o governo neerlandês estimulou a imigração de uma parte da população para, principalmente, a Austrália, o Brasil, o Canadá e a França. O Brasil foi o único país a permitir a vinda de grandes grupos de católicos. Com consentimento do governo neerlandês, a “Associação Neerlandesa dos Lavradores e Horticultores Católicos” enviou uma comissão para o Brasil para coordenar a imigração de neerlandeses e para fixar um acordo com o governo brasileiro.

Barracão típico holandês
Um grupo de aproximadamente 500 imigrantes, provenientes da Província de Brabante do Norte, imigra para o Brasil e estabelecem-se na antiga Fazenda Ribeirão no Estado de São Paulo. Eles fundaram em 1948 a Colônia Holambra I e a Cooperativa Agropecuária Holambra, com o objetivo de produzir leite e laticínios. Como o gado holandês trazido pelos imigrantes foi dizimado por doenças tropicais, eles optaram pela suinocultura e a criação de galinhas. As flores só começaram a ser produzidas em Holambra no fim da década de 1960. Pertencente, originalmente, aos municípios de Jaguariúna, Artur Nogueira, Santo Antônio de Posse e Cosmópolis, a cidade votou sua emancipação político-administrativa em outubro de 1991, tornando-se, enfim, independente. O nome de Holambra surgiu da junção das iniciais de HOLanda, AMérica e BRAsil. 

Barracão típico holandês
Apesar de jovem, Holambra é referência em todo o país pelo alto índice de qualidade de vida que oferece aos seus moradores e por seus indicadores socioeconômicos de primeiro mundo. A cidade destaca-se por ter o 61° índice de qualidade de vida do Brasil e por ter o melhor índice de segurança do país. A cultura e as tradições trazidas pelos colonos garantiram à cidade características peculiares que atraem, todos os anos, aproximadamente um milhão de turistas de dentro e fora do país. Os imigrantes holandeses e seus descendentes ajudam a manter, ainda hoje, costumes e tradições de sua terra natal, observados na gastronomia, na arquitetura, nos símbolos desenhados nas calçadas (tamancos, moinhos, tulipas), no hábito de andar de bicicleta, nos eventos realizados pela comunidade, na dança folclórica, no idioma holandês (ainda utilizado) e em outros aspectos que só podem ser observados pelo olhar de quem procura viver essa irresistível experiência que faz de Holambra um dos mais concorridos roteiros turísticos de São Paulo.

Recinto da Expoflora

O município é o maior exportador de flores da América Latina, sendo responsável por 80% da exportação e por 40% da produção do setor florícola brasileiro. A relação de Holambra com as flores sempre foi muito intensa. Assim como em Aalsmeer nos Países Baixos as flores são comercializadas diariamente através de um leilão eletrônico. Os produtores da região desenvolveram técnicas especiais de plantio e cultivo, como produção em estufas trazidas da Holanda, garantindo níveis de qualidades altíssimos. Para apresentar as belas novidades que surgem a cada estação e comemorar a chegada da primavera, a cidade sedia a concorrida Expoflora, no mês de setembro, que é a maior exposição de flores e plantas ornamentais da América Latina. O objetivo principal da Expoflora é o resgate de aspectos culturais e sociais da Comunidade de Holambra, além da divulgação do trabalho desenvolvido pelos filhos dos primeiros imigrantes nas atividades rurais no município. São muitas as atrações durante a feira, a começar pelos preços camaradas das flores e plantas ornamentais. E mais: barracas de doces e pratos típicos da Holanda, shows de dança folclórica com bailarinos de tamancos de madeira, desfile de carros alegóricos e chuva de pétalas, feita com 18 mil rosas. 



Recinto da Expoflora

Escultura nos jardins
Toda Comunidade está envolvida, direta ou indiretamente no evento que projetou nacionalmente a cidade de Holambra e de forma decisiva contribuiu com a elevação do município à categoria de “Estância Turística do Estado de São Paulo”. É durante a Expoflora que as fazendas de cultivo de tulipas, rosas e crisântemos permitem que os turistas cheguem mais perto das plantações. A city tour leva às estufas, roseirais e campos floridos que podem ser percorridos a pé - ao contrário do restante do ano, quando os passeios são feitos em vans e as paisagens são observadas somente pelas janelinhas do automóvel. Os tours acontecem nos finais de semana e partem do Gardencenter, um verdadeiro hipermercado de plantas e flores repleto de orquídeas, azaleias, girassóis e roseiras, além de mudas, árvores frutíferas, sementes e artigos para jardinagem.

Escultura nos jardins




Ao longo do passeio é possível viajar no espaço e se sentir em Amsterdã. As ruas de Holambra têm canteiros floridos, cata-ventos, moinhos decorativos e bicicletas para cima e para baixo, além de casinhas de tijolos vermelhos contornadas por gramados enfeitados com anões de jardim. As heranças dos colonizadores são encontradas ainda na gastronomia. Nos restaurantes, os pratos chegam às mesas repletos de delícias como salsichão e kassler acompanhados por repolho roxo e purês de batata e maçã. Guarde lugar para as sobremesas, que têm como destaque as massas folhadas com frutas, canela e amêndoas. O roteiro gastronômico da cidade foi desenvolvido para proporcionar experiências inesquecíveis que só podem ser vivenciadas em Holambra. Uma gastronomia fina, internacional, com todo charme da cultura holandesa, com sabores, cores e aromas encantadores. Recomendo o Restaurante Old Dutch, tipicamente holandês, não só nos pratos de seu cardápio como em sua decoração.

Arquitetura típica holandesa

Holambra
Com trânsito tranquilo, Holambra tem apenas um semáforo, localizado no cruzamento da Rota dos Imigrantes com a Rua Dr. Jorge Latour. Andar pelas tranquilas ruas de Holambra é como estar fora do Brasil por alguns instantes. A arquitetura típica holandesa, os restaurantes com a gastronomia típica daquele país e as lojas que comercializam produtos tradicionais criam uma atmosfera única e muito acolhedora. Esses e outros atributos garantiram à cidade os títulos de “Estância Turística do Estado”, em 1998, e de “Capital Nacional das Flores”, em 2011. Holambra é um dos 29 municípios paulistas considerados Estâncias Turísticas pelo Estado de São Paulo, por cumprirem determinados pré-requisitos definidos por Lei Estadual.

Portal do Moinho

Moinho Povos Unidos
O Moinho Holandês de Holambra, chamado Povos Unidos, com seus 38,5 metros de altura (nove andares) e pesando mais de 90 toneladas, é o maior moinho da América Latina. O moinho foi construído em 2008 de acordo com os moinhos na Província Holanda do Sul. O Moinho Povos Unidos é uma réplica fiel de um tradicional moinho holandês moedor de grãos, e conta com pás de 25 metros de comprimento, e funciona de verdade. Apesar do aconchego, das belezas naturais e da calmaria característica de pequenas cidades interioranas, a proximidade de Holambra com grandes centros urbanos oferece aos seus visitantes grande diversidade de opções de lazer e entretenimento, além de fácil acesso a transporte rodoviário e aeroportos. Além das flores, há muito que se ver em Holambra, especialmente para quem viaja com os pequenos. São praças urbanas na beira dos lagos, cavalgadas em fazendas, sítios etc. A beleza e diversidade de suas flores, aliada à forte influência da colonização holandesa na arquitetura e gastronomia local transformou essa aconchegante cidade num incomparável pedacinho da Holanda em terras tropicais.


sexta-feira, 6 de maio de 2016

São Roque - Fazenda Angolana

Representação de uma aldeia indígena
Tupi-Guarani na Fazenda Angolana
São Roque, a 60 quilômetros de São Paulo, é conhecida pelo Roteiro do Vinho. A cidade conta com ótimas vinícolas e é uma opção de passeio para quem gosta deste tipo de programa. Mas São Roque não é apenas um passeio para os enófilos, mas para a família toda. Nada de trânsito, poluição, corre-corre ou estresse. São Roque é uma cidade surpreendentemente charmosa e encantadora, com um ar puro, paisagens belíssimas, clima de montanha, e muito sossego. Além disso tudo, a receptividade dos moradores faz da cidade um lugar agradável para um passeio romântico ou em família.

Uma Oca indígena com instrumentos de caça

Armadilhas de caça indígena

Oca indígena

Apresentação dos índios Tupi-Guarani

Plataforma da Tirolesa
Bem diferente do ambiente das grandes cidades, a Fazenda Angolana é rodeada por animais exóticos e de estimação, vegetação nativa e muito ar puro, é uma atração que junta vida rural e gastronomia. Famílias com crianças pequenas sabem como é divertido levar os pequenos para ver os animais da fazenda. A excitação das crianças é garantida e os pais ficam felizes de ver os filhos se divertindo, aprendendo e gastando energia em meio à natureza. Na Fazenda Angolana, as crianças fazem tudo isso – se divertem, aprendem, entram em contato com a natureza. Lá, elas veem e alimentam os animais, podem brincar no playground, em tanques de areia, nos brinquedos, como cama elástica, piscina de bolinhas e pula-pula, além de poderem fazer passeios de charrete e pônei.


Tirolesa

Passarela de Chegada da Tirolesa

Mini animais da Fazenda Angolana
A Fazenda de 168 mil metros quadrados foi inaugurada em 1985 e ocupa uma área reflorestada pelo proprietário na década de 1980. De lá para cá, a Fazenda Angolana passou por algumas mudanças e hoje é totalmente dedicada ao turismo e à comercialização de animais. Os cerca de 4.000 visitantes que por lá passam mensalmente têm a possibilidade de caminhar ao lado de pavões, coelhos, pôneis, galinhas e outras espécies. A Fazenda Angolana possui cerca de 150 espécies espalhadas por todo o empreendimento. Os bichos ficam em locais protegidos e monitorados por veterinários e especialistas. As áreas são divididas de acordo com a espécie e raça dos animais, o que facilita o acesso e interação com os visitantes. 

Porcos

Galinha e seus pintinhos

Cabritos

Lhama

Avestruz

Pônei

Trilhas
A Fazenda Angolana também comercializa animais, para quem deseja comprar um pet, seja um cão, coelho, porquinho ou ave, eles têm um trabalho especializado, e vendem também acessórios como gaiolas, e insumos, como rações para cada tipo de bichinho. Para famílias com crianças, o ideal é passar um dia na Fazenda Angolana, que conta com duas trilhas ecológicas, uma com 600 metros e outra com 450 metros que terminam nas baias das mini vacas e dos cavalos. O trecho é composto por mata nativa, árvores e animais variados, como sabiás, tucanos, garças, pica-paus e outros. Além do contato com os animais no Zoo, a Fazenda Angolana tem outras atrações para divertir a criançada, a maior parte delas paga a parte. Essa talvez seja a melhor atração da cidade para as crianças.



Ruínas em uma das trilhas

Trilha


Pedalinhos
Para aplacar a fome da garotada, que não demora a chegar, o lugar conta com uma cafeteria e dois restaurantes. Quem passa pela Fazenda Angolana pode escolher a típica comida preparada no fogão à lenha e se deliciar com pratos saborosos. Se a preferência é pelo cardápio à la carte, há diversas opções interessantes. O almoço é para saborear, com calma para podermos comer um pouco de tudo, ou apreciando um prato a nossa escolha. Todas as opções são bastante saborosas, com aquele sabor de comida de fazenda, difícil de parar de comer. Outra boa pedida na Fazenda Angolana é saborear um café típico da região.

Pedalinhos

Pedalinhos

Pedalinhos

quinta-feira, 5 de maio de 2016

São Roque - Igreja Matriz de São Roque

Igreja Matriz de São Roque
A Igreja Matriz de São Roque, também conhecida como Paróquia de São Roque é a maior igreja dedicada a São Roque no Brasil. Mais antiga que a própria cidade, a Igreja Matriz foi construída antes mesmo da Estância Turística ser reconhecida como município. A primeira igreja foi construída no século XVII pelo Povoado de Pedro Vaz. Originalmente era o local de guarda dos registros de batismos, nascimentos e óbitos que ocorreram em São Roque, entre os séculos XVII ao XX. Em 1836 passou por uma ampla reforma em sua estrutura, cujas paredes estavam ameaçadas. Em 1837 o novo prédio foi concluído, sendo que a mão de obra foi inteiramente gratuita, pois o material empregado na construção eram as taipas socadas por braço escravo. Em 1872 foi feita a reforma geral da pintura e do relógio da torre. Desta ocasião em diante a Igreja passou a ter a sua fachada nas linhas arquitetônicas do estilo colonial barroco, belo em suas linhas singelas e harmoniosas, foi assim que os são-roquenses conheceram a Igreja até o ano de 1937, a chamada “Matriz Velha”.

Fachada da Igreja Matriz de São Roque

Portal Principal da
Igreja Matriz de São Roque
Depois disso, iniciou-se uma nova construção da Matriz. Mesmo não possuindo um estilo sacro definido, não impediu de ser transformada em uma das mais belas igrejas de São Paulo, graças ao seu interior magistralmente pintado e decorado pelo talento dos artistas plásticos italianos, irmãos Pietro e Ulderico Gentili. As paredes, bem como os vitrais, retratam a vida e a morte do Padroeiro, São Roque. O compartimento que acolhe a imagem do Padroeiro representa ao fundo a vida peregrina de São Roque. A Igreja tem ainda no Presbitério dois magníficos murais, ao lado do Evangelho tem o profeta Elias no deserto sendo confortado pelo anjo que lhe traz alimento, símbolo da Eucaristia. Ao lado da Epístola, São Roque no cárcere recebendo forças espirituais através da Sagrada Comunhão. Completam o Presbitério, anjos representando a oração e o sacrifício da Divina Eucaristia e do Espírito Santo. O teto do templo possui ainda o Arco do Presbitério, a bela cena da Anunciação e traz a Glória de São Roque, os símbolos das virtudes teologais: fé, esperança e caridade. As paredes do corpo da Igreja trazem os quatro evangelistas e a explicação dos Sete Sacramentos. 

Detalhe do Portal Principal da
Igreja Matriz de São Roque

Altar-Mor da Igreja Matriz de São Roque
A Igreja possui imagens vindas do exterior de alto valor e no altar-mor uma talha dourada abriga a Imagem de São Roque. A construção ainda abriga um relicário com uma parte do braço do santo, atrás do altar, embaixo da imagem do santo. A Igreja possui uma torre imponente, podendo ser visualizada de várias regiões da cidade. Logo após a chegada dos frades carmelitas a São Roque, por volta da década de 1950, o Cardeal Motta, Arcebispo de São Paulo, confiou a eles a Paróquia, abrangendo, além da cidade de São Roque, uma vasta área rural. Mesmo para aqueles sem ligação religiosa vale a pena conhecer a Igreja Matriz de São Roque e reservar um tempo no seu roteiro para visitá-la, tanto pela sua importância histórica como pela sua beleza arquitetônica. Ao seu redor tem uma praça com várias lojas e restaurantes. Ao que consta, até a década de 1940, o Largo da Matriz era formado por um conjunto arquitetônico barroco, tendo a sua volta casarões.

Nave da Igreja Matriz de São Roque

Capela do Sagrado Coração de Jesus
Agora um pouco da história do santo. Conta-se que São Roque nasceu no ano de 1295, provavelmente em Montpellier, na França. Quando ele nasceu, todos ficaram bastante surpresos por causa de uma marca em seu peito: uma cruz vermelha. Era de família nobre, distinta e abastada. Roque ficou órfão dos pais quando tinha entre 15 e 20 anos e herdou uma grande fortuna. Porém, como cristão convicto educado por sua mãe, Roque desejava viver na pobreza, em imitação a Cristo. Por isso, ele quis repartir todos os seus bens entre os pobres. E ia fazer isso em segredo, como disse Jesus. A pouca idade, porém, não permitia que ele se dispusesse de seus bens. Então, ele confiou tudo a um tio. Depois, partiu sem nada para a cidade de Roma. Foi mendigando ao longo do caminho. São Roque viveu por três anos na cidade de Roma. Passava muito tempo em oração na tumba dos apóstolos. Lá ele contraiu a peste e para não ocupar mais um leito no hospital, arrumou um lugar na floresta para esperar a morte. Pela graça de Deus, ele viu nascer ali, bem perto da cabana onde vivia, uma pequena fonte de água límpida e cristalina. Ao beber e se lavar nas águas ele sentia grande alívio em suas feridas.

Vitral da Igreja Matriz de São Roque

Vitral da Igreja Matriz de São Roque
Outro fato interessante foi que um cachorro o encontrou e começou a levar pão para São Roque. O dono do cão, notando a regularidade com que o animal fazia isso, seguiu-o e encontrou o santo. Roque ficou curado da doença e conseguiu a conversão de seu benfeitor. Então, ele ficou um tempo em Piacenza e curava os doentes. Chegando à Toscana, em Aguapendente, na Itália, viu a grande mortalidade causada pela peste. Então, pediu permissão ao administrador do hospital para assistir aos doentes. Logo que Roque se pôs entre os enfermos, cessou a epidemia em toda a cidade. O mesmo aconteceu em Cesena e em outras localidades. Ele curou muitos fazendo o sinal da cruz. Dizia-se que a peste fugia de Roque. Ao retornar a Montpellier, sua terra natal, não o reconheceram e ele acabou preso. Pensavam que era um espião disfarçado de peregrino, pois havia uma guerra civil. Ele ficou na prisão por cinco anos. Em agosto de 1327, foi encontrado morto em sua cela e, então, realizou seu primeiro milagre depois de morto. O carcereiro, que era manco desde o nascimento, ficou curado ao tocar o corpo e São Roque com o pé, para ver se ele estava vivo, dormindo, ou se estava morto. Ao tirarem sua roupa para sepultá-lo, ele foi reconhecido por causa da cruz marcada em seu peito.

Igreja Matriz de São Roque

Detalhe da decoração do piso
da Igreja Matriz de São Roque
No Concílio de Constance (1414-1418), a peste ainda ameaçava a população. Os dirigentes pediram a proteção e intercessão de São Roque e a peste acabou. Por isso sua canonização e seu culto foram aprovados rapidamente. As relíquias de São Roque foram levadas para Veneza. Ele é reverenciado e invocado na França e na Itália como protetor contra doenças e pestes. São Roque é representado com um cachorro ou como um peregrino usando capa, chapéu, botas e, às vezes, segurando um cajado. Como protetor dos cães, ele é mostrado com o cachorro lambendo suas feridas.